Apegados e Azul é a cor mais quente

Quero falar brevemente de dois livros que li esses dias. Pelo que tenho visto, os comentários aqui no blog diminuíram, mas seria bem legal se quem fizer uma visita por aqui, deixasse suas impressões. É sempre bom trocar informações, receber dicas, etc.

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Bom, “Apegados” é um texto que soa como livro de autoajuda e é também, o que não o deprecia. Clássicos da literatura, em qualquer área, podem ser considerados autoajuda também, porque não? Se nos ajudam, se nos transformam, isso é que importa. O termo adquiriu tom pejorativo por conta de inúmeros livros esquemáticos e formulaicos sobre a felicidade, sobre o sexo, sobre o emprego, etc. Livros generalistas. Não é o caso desse livro, que foi escrito por Amir Levine e Rachel Heller, dois profissionais da área da psicologia, que tomaram como base diversos estudos sobre a teoria do apego. É um livro sobre psicologia.

Acho que é uma obra que pode nos fornecer informações muito interessantes sobre que tipo de apego carregamos dentro de nós: o evitante, o ansioso e o seguro. Esses três tipos de apego, que são adquiridos por diversos fatores, como ambiente familiar, relacionamentos que tivemos, etc, definem que tipo de pessoa somos com nossos parceiros. A menos que você tenha um apego seguro, ser ansioso ou evitante lhe trará alguns problemas. Mas não se preocupe, ser seguro não é ser perfeito, mas facilita muito as coisas. E para quem é ansioso ou evitante, digo que é possível mudar. Pode não ser fácil, mas é completamente possível.

Sei que não expliquei muito. Com isso deixo o gostinho para quem se interessou e indico que leiam o livro. Acho que se podemos melhorar como seres humanos e fazer de nossos relacionamentos algo melhor, devemos fazer. Afinal, somos serem que precisamos viver com outros, se relacionar, viver uma sexualidade saudável e rica. Parte grande de nossa felicidade vem dos nossos relacionamentos afetivos.

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Semana passada eu escrevi sobre o filme “Azul é a cor mais quente”, que simplesmente achei maravilhoso e um dos mais belos filmes sobre o amor que eu já vi. Aí soube que foi baseado em uma história em quadrinhos e resolvi ler.

“Azul é a cor mais quente”, de Julie Maroh, é uma experiência igualmente impactante, com belíssimos desenhos, com uma paleta de cores triste, quase monocromático, a não ser pela presença do azul…igualmente triste, mas metaforicamente quente.

A história narrada na HQ tem suas diferenças em relação ao filme, o que é normal, são duas linguagens diferentes. Mas se eu tivesse que eleger o que mais gostei, fico com o longa.

Se puderem vejam o filme e leiam a HQ, são duas obras lindas e importante sobre o amor.

 

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