Colírio de segunda – Sarah Hyland

Vez ou outra quando minha filha está vendo filme na Disney, eu sento e acompanho com ela, até para saber se é algo legal, se tem uma mensagem interessante. Já vi coisas ruins. Não sou grande fã de High School Musical, por exemplo, e minha opinião está registrada aqui no blog. Assim como tenho forte desconfiança de produtos como Branca de Neve, Cinderela e por aí vai, já que corroboro com a opinião de que são produtos machistas, apesar da beleza e da delicadeza que envolve esses projetos.

make-sarah-hyland

Enfim, esse “Colório de segunda” traz a linda Sarah Hyland, novaiorquina de 23 anos, que tem no currículo a série “Modern Family”, atual trabalho, e filmes como “Todo mundo em pânico 5”.

un-chiflado-encantadorO filme que inspirou esse texto foi “Um geek encantador” (2011), e conta a história de Josh Rosen (Matt Prokop), que pula em uma fonte para recuperar uma mala “fashion” de Dylan Schoenfield (Sarah Hyland). Após esse encontro casual, Josh, o nerd tecnológico, resolve convidar Dylan a ser a protagonista de um documentário sobre popularidade, já que a garota é uma das mais populares da escola onde estudam.

Obviamente sabemos o final desde o começo, ouvimos diálogos batidos e cenas mais batidas ainda, como aquela da troca de roupa em uma loja, com a pessoa experimentando dezenas de peças.

Apesar de tudo isso e de ser um filme que normalmente não assistiria, é bom que existam filmes assim para chamar atenção para assuntos que mais tarde serão debatidos e profundados pelas crianças e adolescentes que são espectadores dessas produções atualmente.

Josh e Dylan

Josh e Dylan

Assuntos como a diferença entre as pessoas e a possibilidade de serem amigos, ou mais que amigos. A patricinha Dylan é mais que uma patricinha, é uma pessoa com problemas e com interesses diversos, o que a torna alguém interessante e nada fútil (vimos isso no ótimo “Legalmente loira”, com Reese Whiterspoon). Em uma parte do filme ela diz que não há como juntar geeks e gente como ela, já que cães não andam com gatos. Mais tarde percebe que estava errada e que estar com amigos verdadeiros, independente se são cães ou gatos, é que é legal. Ou seja, uma mensagem boa, mesmo que dita de uma forma nada original ou merecedora de prêmios dramatúrgicos.

Eu não vou dizer que recomendo a todos, mas para aqueles pais que, por ventura, visitarem este espaço, ou mesmo um adolescente ou pré-adolescente que passar por aqui, eu digo que vejam sem medo o filme. Para os pais, podem deixar as crianças assistirem.

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