Criolo, Karina Buhr e Pitty

Confesso que estou sem saco para analisar esses três discos abaixo. Vou tentar ser poético e sintetizar as emoções em poucas frases! E nesse post vou hierarquizar. O primeiro a ser comentado é o que mais gostei. 

Não sou um grande conhecedor de rap, mas tenho minhas preferências. E quando ouço um disco como o ‘Nó na orelha’, do rapper paulista Criolo, fico feliz. Aí não me importa se é rap, samba ou brega, estilos que estão presentes neste álbum. Importa a qualidade das músicas. Eu adorei esse disco! Letras ótimas, verdadeiras crônicas, e produção show!

Como tantos outros artistas, não somente pernambucanos, Karina Buhr é herdeira do manguebeat, mas faz um som com acento próprio. O sotaque pode enganar, já que nasceu em Salvador, mas aos 8 anos foi morar em Recife. Gosto muito desse disco, o ‘Longe de onde’. Letras ousadas, músicas fortes, voz delícia (rsrs).

 

O que dizer agora? Poxa, eu juro que queria gostar mais de Pitty. Acho que o único disco dela que gostei foi ‘Admirável chip novo’, seu primeiro. Depois disso, achei todos os trabalhos irregulares. Esse negócio de “voz da geração” não é para ela, mesmo que alguns queiram que seja. Ela não tem a força lírica nem o magnetismo de um Renato Russo ou uma Rita Lee. Para ser a “voz da geração” não basta citar autores clássicos em letras muitas vezes bobas. Esse ‘Agridoce’, feito em parceria com o guitarrista Martin, é mais um trabalho que me soou irregular, chato mesmo! Letras em francês, inglês, português, às vezes as línguas juntas (mais tarde em mandarim, quem sabe!), e músicas em clima de ‘descontração programada para vender’. Não gostei! 

 

 

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2 pensamentos sobre “Criolo, Karina Buhr e Pitty

  1. Criolo: nao curti muito. Vai ver é o estilo que não me atrai, mas vejo que ele tem talento.
    Karina Buhr: é interessante, tem boas melodias, músicas fortes e letras boas, mas também não me pegou. Não sei porque, mas não consigo achar ótimo.
    Agridoce: corroboro com sua opinião. Até achei promissor ouvindo 2 ou 3 músicas, mas o disco todo é chato e modorrento.

  2. Dos 3, como vc leu, o melhor, pra mim, é o de Criolo. Eu achei o de Karina Buhr interessante, mas não foi paixão arrebatadora! E Pitty…bom, o melhor disco ainda é ‘Admirável Chip Novo’ e parou por aí!
    Abraços, Rodrigão!

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