Um começo a óleo

Resolvi inciar uma nova fase, uma fase que sempre me rondou mas eu nunca tive coragem para por em prática: a pintura. Quando tinha por volta de 12 anos eu pintei com guache, em um tela pequena, uma águia. Há mais ou menos dois meses eu comecei a meditar seriamente e em determinado momento vinha a imagem dessa águia que pintei toscamente quando era criança. Fiquei com aquilo na cabeça até chegar a uma conclusão que soou óbvia depois: eu precisava pintar, seria uma forma de me expressar, uma outra maneira de voar, como a águia da minha infância.

Escolhi a pintura a óleo porque ela possui brilho, versatilidade e uma plasticidade que me encanta. Fiquei com medo de começar e não terminar, de tudo sair errado, tosco. Mas depois pensei que mesmo que eu não me torne um Van Gogh, a pintura é um excelente meio para expressar emoções, de respirar melhor. Abaixo a primeira tela de muitas que virão. Quem sabe um dia uma exposição? Um sonho! Mas saibam que os pés estão no chão.

Casinha - o debút

 

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