Um mês, 31 filmes. Dia 4

Dia 4: Melhor Diretor.

Outra tarefa ingrata! Como escolher o melhor diretor, pessoal? Quem ama cinema com certeza admira alguns diretores e tem no coração alguns prediletos. Eu não sou diferente. Quando me vi de frente para essa questão, dois diretores surgiram em minha cabeça: o americano Woody Allen e o espanhol Pedro Almodóvar. São os meus dois diretores queridos. Por isso resolvi me rebelar e citar os dois acima escritos.

Eu não sei qual foi o primeiro filme que vi de cada um e nem quando começou minha paixão pela obra desses dois cineastas maravilhosos. Os filmes de Almodóvar sempre me chamaram atenção pelas suas cores, seus personagens passionais e marginais, seu universo por vezes kitsch, e obviamente pela habilidade de Almodóvar em conduzir seus atores e escrever suas histórias. Dentre aqueles que eu vi, eu destaco os seguintes: ‘A Lei do Desejo’ (1987), ‘Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos’ (1988), ‘Ata-me’ (1990), ‘Carne Trêmula’ (1997), ‘Tudo Sobre Minha Mãe’ (1999), ‘Fale Com Ela’ (2002) e ‘Abraços Partidos’. Ainda não vi sua mais recente produção, ‘A Pele Que Habito’.

Podem falar o que quiser de Woody Allen e é possível que ele concorde com algumas coisas: neurótico, antissocial, hipocondríaco, ateu, etc. E é justamente essas características que moldam  seus personagens e as reflexões que ele expõe em seus roteiros e que por vezes flertam com o absurdo. Woody, para mim, é fabuloso. Produz um filme por ano e, mesmo que escorregue aqui ou ali, sempre faz um cinema honesto e criativo.

Em sua filmografia eu destaco: ‘Noivo Neurótico, Noiva Nervosa’ (1977) (aliás, péssimo título. O filme chama-se Annie Hall), ‘Interiores’ (1978) (talvez seu filme mais denso), ‘Manhattan (1979), ‘Zelig’ (1983), ‘A Rosa Púrpura do Cairo (1985), ‘Hannah e Suas Irmãs (1986), ‘Tiros na Broadway (1994), Poderosa Afrodite (1995), ‘Desconstruindo Harry (1997), ‘Match Point’ (2005), ‘Vicky Cristina Barcelona (2008) e Meia-Noite em Paris (2011). Coloquei apenas os que me vieram à mente e eu adoro!

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3 pensamentos sobre “Um mês, 31 filmes. Dia 4

  1. Woody é um mestre absoluto, sem dúvida! Esse são os dois, basicamente, que me fazem refletir a cada produção, que justificam meu amor pelo cinema a cada filme, mesmo que não diga amém a tudo que eles criem. Mas no meu universo emocional, esses dois estão em primeiro lugar!
    Beijos, Luciana! (agora eu acertei o nome).

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